domingo, 5 de julho de 2009

Desculpas nunca caminham junto com a palavra prosperidade


Desculpas nunca caminham junto com a palavra prosperidade
por Nelson Sganzerla - nelsonsganzerla@terra.com.br

Hoje eu estava me lembrando dos tempos de escola, quando ainda garoto, tinha que levar o boletim para casa com as notas baixas de matemática. Não existe pior tortura para um garoto, que a de levar boletim para os pais. Na verdade, nunca me sai bem com as notas de matemática e talvez por isso me tornei escritor.Mas, lembro-me como se fosse hoje, quando minha mãe olhava as notas vermelhas e me fazia estudar, cortando a TV e os amigos. A minha desculpa era: mas, mãe, todos lá na classe tiraram notas baixas! (como se isso me eximisse de qualquer culpa). E minha mãe dizia: todos são todos, você é você. Hoje eu entendo. Na verdade, eu queria me nivelar por baixo, já que poucos eram os que tiravam boas notas. Isso eu já fazia com meus nove ou dez anos.Infância à parte o ponto é: vocês perceberam que as crianças já possuem a tendência de procurar uma desculpa, para aquilo que não conseguem realizar? Sempre existe uma desculpa que automaticamente vem à mente e lá se fixa como um adesivo no vidro de um carro, escancarado para o mundo ver.Não damos conta que, já crianças, começamos a cultivar essa erva daninha chamada desculpa, e que ela crescerá com raízes profundas em nós. E, como uma parasita, irá se entranhando por entre nossos pensamentos, sugando pouco a pouco a nossa capacidade de luta pela vida, com uma máscara a esconder quem de fato somos.Nós, diante de um fracasso, de uma derrota na vida, sempre teremos excelentes desculpas, sempre estaremos certos. Se não logramos êxito em qualquer coisa que seja, a culpa nunca será nossa, sempre haverá uma desculpa em nossa mente.O que estamos fazendo com esse pensamento? Estamos nos nivelando por baixo, mais uma vez. Estamos sem perceber, nos juntando à grande maioria dos derrotados, que não conseguiram prosperar na vida.Quantas vezes, já ouvimos e até falamos as frases: Eu cansei, não quero mais, eu desisto... para mim, chega! Eu já fiz de tudo e fulano não me entende... Já cheguei no meu limite de paciência, já dei tudo de mim... Está muito difícil resolver tal problema. Será que realmente fizemos? Será que realmente batalhamos? Ou mais uma vez foi melhor usar a velha desculpa de que tentou de tudo... de que queria muito aquele emprego mas, infelizmente, perdeu para outro mais preparado; queria muito fechar aquele projeto, mas a empresa concorrente entrou com um preço absurdo e você perdeu na proposta. Temos, por hábito, sempre tirar o foco da nossa pessoa e colocá-lo em outra. Quando não nos convém, é difícil arrancar essa raiz. Praticamos esse ato desde que somos crianças e não damos conta disso. Agora, já adultos, não conseguimos agir de outra maneira que não seja essa, mas, a quem estamos enganando, se não a nós mesmos? A quem estamos passando esse tipo de atitude senão aos nossos filhos... quando passamos a mão na cabeça deles, diante de algumas desculpas, apesar de notarmos algum problema...A prosperidade não é para todos... A grande maioria não prospera, a grande maioria encontra sempre uma desculpa, a grande maioria não admitiria nunca que errou e sempre encontrará uma desculpa. O que você vai escolher para você? Ser maioria ou ser minoria, ser mais um a reclamar que a vida foi muito difícil para você, ou ser mais um a desfrutar do resultado da sua luta pela vida que é a sua vitória. Hoje eu sei que desculpas não são para os vencedores e que elas jamais caminham junto com a palavra prosperidade. Pense nisso.
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3 comentários:

Cássia disse...

Nossa,os texto que vc coloca em seu blog
é como uma reflexão pra dar um "up" na vida !

Sempre passou aqui pra ler ~


Esse me chamou a atenção (não que os outros não tenha chamado ^^). As vezes estamos tão acostumado com as desculpas que automaticamente elas saem.

Confesso que sou mestre em desculpas ><'
Sei o quanto isso acaba me prejudicando...é chato né?!

mas ao pouco vou tentando deixar essas desculpas de lado.

Adoro o seu blog,aqui sempre tem o que eu preciso ler.


Bjiiinhos

uma otiima semana ^^

Anônimo disse...

MÁGOA SEM RAZÃO



Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e seu comportamento eram uma decepção para seus pais que, como a maioria, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um belo dia, o pai lhe propôs um acordo: se você, meu filho, mudar seu comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir entrar para a Universidade de Medicina, lhe darei um carro de presente.

Por causa do carro o rapaz mudou totalmente de atitude. Passou a estudar como nunca e a se comportar muito bem.

O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação: sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas pelo interesse em obter o automóvel, e isso era ruim!

Assim, o grande dia chegou. Fora aprovado para o curso de medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.

Mas, quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou as mãos uma caixa de presente.

Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Mas para sua surpresa era uma bíblia.

O rapaz, visivelmente decepcionado, nada disse. E a partir daquele dia o silêncio e a distância separavam pai e filho.

O jovem se sentia traído e agora lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no campus da universidade. Raramente mandava notícias para a família.

O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços afetivos foram em vão.

Os anos rolaram até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu, vindo a falecer.

No enterro a mãe entregou ao filho indiferente, a bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás.

De volta a sua casa o rapaz, que nunca perdoara o pai, ao colocar o livro numa estante notou que entre as suas páginas havia um envelope.

Abriu-o e encontrou uma carta, e dentro dela, um cheque. A carta dizia:

"meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele carro que mais lhe agradar.

No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: a bíblia, pois nela aprenderá o amor de Deus pelas suas criaturas e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto...

Pense nisso!

O perdão incondicional é uma das mais sublimes virtudes que os seres podem almejar.

Quem perdoa sempre, não corre o risco de arrepender-se mais tarde por ter alimentado tanto tempo uma mágoa sem razão.

Por isso é que devemos ter sempre em mente a recomendação do mestre Jesus: “perdoar setenta vezes sete”, isto é: perdoar sempre.

BJOS

nandaferrari4@hotmail.com

Anônimo disse...

MÁGOA SEM RAZÃO



Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e seu comportamento eram uma decepção para seus pais que, como a maioria, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um belo dia, o pai lhe propôs um acordo: se você, meu filho, mudar seu comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir entrar para a Universidade de Medicina, lhe darei um carro de presente.

Por causa do carro o rapaz mudou totalmente de atitude. Passou a estudar como nunca e a se comportar muito bem.

O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação: sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas pelo interesse em obter o automóvel, e isso era ruim!

Assim, o grande dia chegou. Fora aprovado para o curso de medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.

Mas, quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou as mãos uma caixa de presente.

Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Mas para sua surpresa era uma bíblia.

O rapaz, visivelmente decepcionado, nada disse. E a partir daquele dia o silêncio e a distância separavam pai e filho.

O jovem se sentia traído e agora lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no campus da universidade. Raramente mandava notícias para a família.

O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços afetivos foram em vão.

Os anos rolaram até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu, vindo a falecer.

No enterro a mãe entregou ao filho indiferente, a bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás.

De volta a sua casa o rapaz, que nunca perdoara o pai, ao colocar o livro numa estante notou que entre as suas páginas havia um envelope.

Abriu-o e encontrou uma carta, e dentro dela, um cheque. A carta dizia:

"meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele carro que mais lhe agradar.

No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: a bíblia, pois nela aprenderá o amor de Deus pelas suas criaturas e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto...

Pense nisso!

O perdão incondicional é uma das mais sublimes virtudes que os seres podem almejar.

Quem perdoa sempre, não corre o risco de arrepender-se mais tarde por ter alimentado tanto tempo uma mágoa sem razão.

Por isso é que devemos ter sempre em mente a recomendação do mestre Jesus: “perdoar setenta vezes sete”, isto é: perdoar sempre.

Fernanda _ Paranavaí