quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Pague o preço justo



Nixivan havia reunido seus amigos para jantar, e estava cozinhando um suculento pedaço de carne. De repente, percebeu que o sal havia terminado.
Nixivan chamou o seu filho: “Vai até a aldeia, e compre o sal. Mas pague um preço justo por ele: nem mais caro, nem mais barato”.
O filho ficou surpreso: “Compreendo que não deva pagar mais caro, papai. Mas, se puder barganhar um pouco, por que não economizar algum dinheiro?”
“Numa cidade grande, isto é aconselhável. Mas, numa cidade pequena como a nossa, toda a aldeia perecerá”.
Quando os convidados, que tinham assistido a conversa, quiseram saber porque não se devia comprar o sal mais barato, Nixivan respondeu: “Quem vender o sal abaixo do preço, deve estar agindo assim porque precisa desesperadamente de dinheiro. Quem se aproveitar desta situação, estará mostrando desrespeito pelo suor e pela luta de um homem que trabalhou para produzir algo”
“Mas isso é muito pouco para que uma aldeia seja destruída”.
“Também, no início do mundo, a injustiça era pequena. Mas cada um que veio depois terminou acrescentando algo, sempre achando que não tinha muita importância, e vejam onde terminamos chegando hoje”.
Postado por Paulo Coelho em 23 de setembro de 2009 às 00:24

Bjs no ♥ (*_*)
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Um comentário:

Cássia disse...

As vezes,agente acha assim: Ah,tá baratinho,vou comprar.
Mas não sabemos o preço da mão de obra.

Nada mais justo,do que um preço justo.

Bjiiinhos ♥